BIENVENID@S A "YO EXPRESO"

BIENVENID@S.
Tengo una de las profesionales más hermosas del mundo: PSICOLOGÍA, y me tomé el atrevimiento de escribir este blog, el cual se denomina "YO EXPRESO", para generar un espacio de compartir temas cotidianos, nuevos o que simplemente necesitamos más información.
Este blog comtempla artículos de opinión y revisión bibliográfica que abordan temas clínicos, educativos y organizacionales.

Creo firmemente en la Psicología como la ciencia que nos ayuda no sólo a llevar vidas con menos malestar, sino también como la herramienta que nos permite vivir con mayor optimismo, gratitud, crecimiento personal y en definitiva, con mayor bienestar.

Adelante! Espero sus comentarios, porque no hay mejor que EXPRESARSE para saber de ti.

miércoles, 1 de abril de 2020

INVEJA TÓXICA


Inveja tóxica

O experimentar as emoções, ilustra a importância de poder expressá-las e vinculá-las à vida social. Existem várias emoções que percebemos ao longo de nossas vidas e é a base para se relacionar com os outros; quem não experimentou raiva, medo, tristeza, felicidade, entre outras emoções?

Antes de falar sobre o título do artigo, preciso esclarecer a diferença entre emoções (1) e sentimentos (2).

As emoções (1) são expressões psicofisiológicas, biológicas e mentais de estados para vários estímulos externos ou internos (memórias, etc.), precedem o sentimento (2) e dependem das sensações e percepções (raiva, medo, tristeza, alegria, culpa, vergonha, etc.), se olharmos, por exemplo, uma cobra em nosso caminho, automaticamente sentimos medo, portanto, as emoções duram pouco tempo, mas são intensas. Os sentimentos (2), são o desenvolvimento cognitivo (profundamente ligado às ideias) que surgem como resultado de uma emoção (1), que permitirá ao sujeito ser consciente (racional) e reagir ao fato, além de ter mais duração, por exemplo um meu querido ou querida me faz um presente (estímulo), então uma avaliação deste estímulo emerge que pode ser desde agradável até desagradável (neste exemplo é agradável); nosso corpo sofre uma alteração (borboletas no estômago por exemplo) e estamos cientes disso, rotulamos o que estamos sentindo, nesse caso teríamos um sentimento de surpresa, prazer, satisfação, etc.

Se é normal experimentá-los, até que ponto podemos considerar ás emoções e sentimentos como algo tóxico, incidentalmente, é o título deste artigo:

Segundo Bernando Stamateas, uma pessoa com emoções tóxicas:

  • Vai procurar ser amado a qualquer preço.
  • Procure aceitação e reconhecimento de outras pessoas através dos ativos que ele possui               
  • Vai procurar o valor no exterior.
  • Dá valor excessivo às opiniões dos outros.

E se nos referirmos à inveja tóxica ... estamos nos referindo a uma emoção ou sentimento? Referimo-nos a um sentimento que conhecemos muito bem no outro, mas é inaceitável em nós, segundo Muñoz (2011) nascemos com a inveja, nos relacionamos com a inveja e morremos com a inveja. Caracteriza-se por uma intensa animosidade em relação àqueles que possuem o objeto do desejo.

Mas o que exatamente procura a inveja tóxica?

A inveja tóxica procura eliminar as desigualdades, é um desejo de subtrair / remover o que o outro tem e ... "desejar eliminar a vantagem comparativa percebida (Taylor, 1988)" (Reidl e outros, 2002, p.30). Geralmente é mais fácil invejar pessoas mais próximas a você, como um membro da família, um colega de trabalho do que ser invejoso, por exemplo, para um cantor famoso ou um empreendedor de sucesso.

Depois disso, produz-se a parte cognitiva, que consiste em estabelecer um julgamento, um confronto negativo em relação a si mesmo e para a outra pessoa, com expressões "não tenho essa coisa", há uma desaprovação de mim mesmo, de um ato pusilânime "Eu nunca vou conseguir."


Então, como é um invejoso (a) tóxico?

• Uma pessoa com sentimentos de inferioridade complexo que alimenta e conflito, que estão envolvidos na auto-estima e autoconceito, uma defesa contra a perceção do propiá inferioridade: ele odeia outra para não sentir ódio contra si mesmo. Resultando em uma comparação social, do jeito que uma pessoa se compara com outra, porque os outros estão a servir de critério para avaliar suas próprias habilidades, acha o que é importante é o que o outro tem, não se pode contentar com seu próprio valor ... "Eu sou pequeno, não tenho nada e ataque de inveja". O indivíduo está ciente de sua situação desfavorecida, percebendo o outro como superior em alguma área de importância ou relevante para o invejoso.

• A inveja acompanha emoções como a raiva e infelicidade, enquanto encoraja reações de hostilidade e outros preconceitos cognitivos que distorcem a realidade.

Tenta reduzir a inferioridade desvalorizando ao sujeito invejado, com a calúnia, a hostilidade ou comentários diretamente através do sarcasmo, fazendo uma avaliação negativa do que o outro tem e o sujeito quer superar a desigualdade com o objeito, o que pode ser conseguido através da minimização do sujeito

• Se a pessoa entende ter recebido tratamento injusto de uma relação assimétrica (percepção de justiça e ressentimento), as reações emocionais e cognitivas mais prováveis serão raiva e hostilidade. Se alem de isso precisamente a pessoa invejada é responsável pela desventura, é provável que esse ressentimento seja dirigido a ela por emoções mais destrutivas e intensos como o ódio.

Note-se, que a inveja surgem de acordo com a relevância das questões que estão sendo comparadas, ou seja, as questões que são realmente importantes para estabelecer o próprio autoconceito, ocorrerá dependendo de como a situação é interpretada e sobre quais aspectos são enfatizados.

Existe inveja saudável?

Muitos autores falam da "inveja saudável", como uma classificação dos tipos de inveja, porque ele surge segundo a psicóloga Pilar Muñoz como uma maneira de manter admiração, essa que constrói a você, te enche completa, e ativa mecanismos para atingir metas, como um "modelo" para fazer o que quiser. Eu acredito que pudesse dar esse tipo de inveja enquanto o indivíduo é despojado de subjetivismo e com segurança a apelar seu valor e estima para concentrar-se e diferenciar os aspetos positivos da pessoa admirada, qualidades que contribuem para o seu crescimento pessoal.

Finalmente, quando inveja concentra-se em ciúmes, com ódio, com sarcasmo cortante, quando não pode-se relacionar com os outros, quando o encontro com o outro é ruim, porque, basicamente, só encontrou-se a si mesmo, A inveja pode ser tratada!


 Passos para tratar a inveja tóxica:

  • É reconhecer emoções, ser objetivo e dar passos na realidade.
  • Concentre-se no que você tem e não tem. O que você pode fazer como essa pessoa? Reconheça suas habilidades e o que alcançou.
  • Supere-se. Se você atingi-o três, agora deves quer quatro e assim por diante.
  • Aprenda com aqueles que já conseguiram o que você quer. Reconhecer e parabenizar aqueles que já atingiram o objetivo, porque, se eles o alcançaram, significa que você também pode fazê-lo.



Referências bibliográficas:

Sarrió, C. (2016). Diferencias entre pensamiento, sentimiento, emoción y sensación desde la terapia Gestalt. Recuperado de  https://www.psyciencia.com/2016/28/diferencias-entre-pensamiento-sentimiento-emocion-y-sensacion/
Muñoz, P. (2011). Preguntas a la psicología - La envidia [archivo de video]. Recuperado de: https://www.youtube.com/watch?v=oupz6MRmCCw
Paniagua, C. (2002). Psicología de la envidia. Revista de Humanidades Médicas, 1:35-42
Reidl, M., Guillén, R. , Sierra, G. y Joya, L. (2002). Importancia del estudio de las emociones. En  Celos y envidia: Medición Alternativa (pp. 24 - 29). México: Universidad Nacional Autónoma de México.
Rojas, L. (4 de diciembre del 2016). La envidia [archivo de video]. Recuperado de: https://www.youtube.com/watch?v=MYSeaxByKus
Stamateas, B. (2012). La envidia tóxica. En emociones tóxicas (pp. 74-82). Barcelona: Ediciones BSA. Recuperado de http://librosysolucionarios.net/bernardo-stamateas-emociones-toxicas-pdf-gratis/


sábado, 18 de noviembre de 2017

PAPEL DEL MIEDO EN EL DESARROLLO DEL NIÑO


Llegan al consultorio muchas consultas por casos de niños con miedo a las arañas, miedo a la oscuridad, miedo de ir al dentista, entre otros. Me enfrento ante padres asustados, impotentes, que han utilizado diferentes formas de poder resolver sus inquietudes frente a sus hijos. Esto antecedentes me generan una primera pregunta:

1.- ¿Es perjudicial tener miedo?
Déjenme contarles que hasta el día de hoy no he conocido una persona que me diga que no ha experimentado miedo alguna vez en su vida. Y es porque el miedo es tan natural como sentir alegría, tristeza, ira. El miedo es una emoción y responde a “reacciones subjetivas ante diversas experiencias que se asocian con cambios fisiológicos y conductuales”. (Papalia, 2012, p.177). Esto quiere decir que el miedo generará cambios de comportamiento (en los niños por lo general es evitación, llanto, pesadillas, otros) y cambios fisiológicos (sudoración de manos, respiración agitada). Cabe recalcar que el lenguaje no corporal como signo para identificar una emoción es muy importante, un dato importante “es que existen 80 músculos faciales, 36 de los cuales están involucrados en la expresión facial. En el miedo se contrae la frente produciendo arrugas, se levanta lo extremos internos de las cejas, se tensa los parpados inferiores”. (Reeve, 2010, p. 252).

Entonces, el miedo es parte del desarrollo del niño cuando:

·         El miedo tiene como función básica: supervivencia / protección, Plutchik (como se citó en Choliz, 2005) piensa que el organismo se prepara para reaccionar efectivamente ante el ambiente, como función básica es la protección. Por ejemplo, los niños mayores que han tenido una experiencia desagradable con un perro frecuentemente reaccionarán llorando o corriendo al ver uno (respuesta automática ante un peligro que perciba como potencial amenaza). Alrededor de los 3 a 4 años los niños tendrán miedo a la oscuridad, basándose en su fantasía creerán que hay un monstruo u otro elemento que los atemorice.

·         Los niños responden al miedo en forma evolutiva (por etapas) y de forma ordenada, determinadas conductas acompañan a su desarrollo cognoscitivo y motor. Por ejemplo entre los 8 a 9 meses, experimentar miedo a los desconocidos, será una característica tan normal como parte de su desarrollo y el apego que están formando, sabrá que los brazos de los padres son tan acogedores, que ver un tío o a la cuidadora que llega de lejos y nunca haberlo visto, la respuesta del bebé será llorar lo cual será una forma de protegerse y comunicarse. Otro ejemplo, es cuando dejamos por primera vez al niño en el jardín, frecuentemente su respuesta será llorar o sentirse incómodo, dicho comportamiento se va superando poco a poco a medida que el niño avance en edad; no sería normal que un niño de 6 años lo experimente o que en otros casos el niño se quede llorando más de un mes (ansiedad por separación); por ello el miedo es evolutivo, en cada etapa se va adquiriendo más conocimientos y superando dificultades.

·         El miedo en los niños motiva a utilizar el pensamiento y la búsqueda de soluciones, descubrir cómo afrontar mejor la situación a fin de eliminar o superar el miedo. Por ejemplo, si existe el miedo a la oscuridad y coger un oso de peluche le da mayor seguridad, será una forma de apaciguar su miedo (solución). Otro ejemplo, al leer cuentos para superar el miedo a la oscuridad y el niño empieza a recrear y proyectar soluciones (creatividad). Cuando tiene pesadillas y prender la luz le da un alivio.

2.- Entonces, ¿cuándo es negativo tener miedo?  
El miedo es negativo cuando imposibilite al niño realizar sus labores cotidianas propias de su edad (jugar , ir a la escuela, comer, dormir, realizar sus esfínteres)  y de pronto tener miedo se convierta en tener una fobia. Si estamos claros que el miedo es algo súbito, pasajero, de baja intensidad y común en cada etapa de los niños, la fobia es todo lo contrario. La fobia entendida “como algo irracional de algo que forzosamente no es dañino, por ejemplo fobia al ir a la escuela o fobia a algunos animales. La reacción al suceso u objeto está completamente fuera de proporción respecto de la amenaza que éste presenta”. (Csóti, 2011, p. 56).  Por ejemplo: un niño que siente fobia al ir a la escuela, se ausenta de clases o expresa el deseo de no querer ir, experimente  llanto, dolores de cuerpo, entre otros.  Para este caso sería parte de los trastornos de ansiedad y ése es otro tema.

Por ello es importante que cada etapa el niño esté acompañado de sus padres y den acogida de manera tranquila y segura frente a los miedos a veces inocuos de los niños, pero que en la mente de ellos y por su desarrollo son vistos de manera gigante.
Es conveniente acotar, algunos miedos son aprendidos (aprendizaje por observación), o sea se transfieren de padres a hijos, impidiendo que los niños exploren su entorno; lo mas casual que escuché que existen adultos que tienen miedo a la oscuridad y esto fue transferido a sus hijos.

3.- A continuación, dejaré algunas pautas de acción que podemos realizar frente a los miedos de los niños.

  • Evitar emitir información negativa al niño sobre alguna situación o estímulo concreto puede ser una posible fuente que genere temor en el menor.
  • Buscar soluciones idóneas y sencillas acorde la edad del niño. Si el niño tiene miedo a la oscuridad, cosas tan sencillas como darle un beso, alcanzar un vaso con agua, poner una lampara en la habitación, pueden solucionar el problema.
  • Emitir información real (no mentir). La explicación sencilla sobre un hecho como vacunarse o ir al dentista, puede ayudar a controlarse.
  • Seleccionar lecturas infantiles adecuadas, siempre y cuando tu hijo disfrute que le cuenten cuentos.
  • Observar que actividades los relaja y autocontrola. El no dormir con la luz apagada por ejemplo puede controlar el miedo a la oscuridad.
  • Transmitir seguridad y confianza, utilizar un tono relajado.
  • Buscar los juegos adecuados por el mismo hecho que los niños son muy lúdicos, el juego puede ser un gran aliado.
  • Desdramatizar. Los padres deben informarse y no escandalizarse por reacciones normales de los niños. Evitar reaccionar de forma exagerada.


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Chóliz, M. (2005). Psicología de la emoción. Proceso Motivacional. Universidad de Valencia. Recuperado de: www.uv.es/=choliz.

Csóti, M. (2011). Fobia escolar, ataques de pánico y ansiedad en niños. 
Papalia, F. (2012). Desarrollo humano. Mexico : McGraw-Hill. 
Reeve, J. (2010). Motivación y emoción. Mexico : McGraw-Hill.

martes, 31 de octubre de 2017

¿Con la “primera impresión” puedo conocer a una persona? y ¿Cómo lo explica el “efecto halo”?

Algunas personas observan o emiten  juicios por la forma de vestir, el peso, la talla, la forma de mirar entre otros, los cuales pueden sumar a tener una “primera impresión”. Naturalmente las personas tienden a creer conocer a otros por lo primero que aparece antes sus ojos, escapamos de la realidad y nos enfrascamos en un prejuicio hasta podemos direccionar nuestra conducta en función a lo que primero hemos visto o nos impactó, pero ¿qué tan cierto es lo que vemos antes nuestros ojos? ¿Cuántos creen en la frase “una imagen vale por sí sola”? Al final, con mi artículo espero descartarla.

El psicólogo estadounidense del siglo pasado Thorndike (1920) (como se citó en Bruno, 2016), “bautizó al impacto de la primera impresión bajo el nombre de efecto halo”. Thorndike, descubrió que cada oficial mediante la observación y análisis, emitían una calificación a sus soldados en bloques (evaluación en forma general), de manera positiva o negativa, ignorando rasgos individuales y particulares.

Entonces la definición del efecto halo en psicología, responde a  aquellos rasgos que llaman la atención de una persona en el momento en que se la conoce por primera vez. Por lo general el efecto halo impide ver lo verdadero, bien se asimila o rechaza a una persona en función a características que no siempre son exactas. También los prejuicios juegan un papel importante ya que se realiza suposiciones, se generaliza en función a un solo detalle (sesgos) como consecuencia influencia en la forma de desenvolverse generando frustración (en la forma negativa) y caer en el error de asumir sobre las otras personas injustamente. Gonzales y De Lucas (2015).

Gonzales (2015) refiere un detalle interesante por lo que nuestra conducta esta influenciada :el 55% por el lenguaje corporal, el 38% por el tono y ritmo de voz y el 7% por lo que decimos. Esto quiere decir que las personas más atractivas (aspecto físico, forma de vestir, etc), mejor gestualizadas, tienden a calificar mejor en cualquier aspecto.

Los fenómenos psicológicos como son atracción emocional y la empatía,  añadidos a la primera impresión pueden verse confundidos muy fácilmente,  como lo hacen los estafadores, por citar al periódico Perú 21 en la noticia del pasado 13 de setiembre  de la venta de los “diamantes Pay Diamond”, el cual se convirtió en una estafa piramidal, los cuales se aseguraron de tener los medios necesarios (propaganda por Facebook, capacitaciones, etc) para generar la inversión, las personas ganar dinero fácil y caigan crédulos de la venta.

Entonces ¿De qué depende el efecto halo?. Vamos ampliar al párrafo anterior
Dependerá de tres factores: la experiencia anterior, primera impresión y la referencia ajena. Ejemplifiquemos. La experiencia anterior un ejemplo cotidiano es lo que pasó con la aerolínea “Viva Air” , impactó en el mercado con sus precios bajos, pero  tuvo muchas quejas por los servicios, cobros aparentemente exagerados, los cuales yo aseguro que varias de las personas que hicieron uso del servicio no volverían a subir a un avión de esta empresa. La segunda “primera impresión” sucede por ejemplo con los adolescentes, aceptan solicitudes de amigos en Facebook u otra red social en función a fotos, o la forma de escribir o vestir, cuando en el fondo puede ser una persona de dudosa reputación, por eso el caso de encuentros fortuitos de jóvenes que se dejan llevar y ocurren desapariciones o violaciones. O ejemplo claro se da con los políticos que perfilan mucho su imagen para poder captar votos de los ciudadanos. Y por último, la referencia ajena, un ejemplo clásico en antes de visitar un lugar (ir a un restaurante, visitar un médico, viajar a otro país, etc)  preguntamos a otros como fue la calidad del servicio u otras características, de esta manera tenemos una referencia para visitar o no visitar un lugar.  En el aspecto educativo, otro ejemplo, en los colegios, los alumnos sacan referencias de sus docentes preguntando a grados inferiores.

Existen un sin número de ejemplos que me imagino usted va relacionando, además existen otros aspectos que considero también importantes y me gustaría acotar con más profundidad.

El efecto halo y el marketing.  Rivera y Cordova (2013), hacen referencia que la imagen de un producto juega un papel importante en la publicidad puesto que actúa sobre todo como persuasor, principalmente para movilizar (carga emocional) a los consumidores a consumir una determinada marca o producto, el cual me identifico e influencia en el inconsciente de una persona. Un ejemplo claro de efecto halo es vincular a imagen de un famoso con una marca o producto, en las marcas de zapatillas como nicke, adidas utilizan a jugadores famosos para mostrarnos la publicidad.

Torres, Ortiz y Medina (2016) relaciona el sector educativo con el efecto halo, cuando el profesor brinda su primera impresión a los estudiantes y viceversa e intercambian información; estas impresiones dejan huellas ya sea negativas o positivas. En la praxis el efecto negativo sería perjudicial para establecer un buen contacto con los estudiantes, por citar solo un ejemplo en los colegios nacionales existen diferentes secciones y por lo general tienden a etiquetarlos de diferentes formas (los de las primeras letras A,B,C, son los mejores estudiantes y el resto son los menos aplicados), el error se econtraría cuando el profesor toma como válido la opinión de que las secciones por ser menos aplicados no responderán a un examen o la forma de tratarlos varíe.

Para finalizar, ¿cómo puedo disminuir  el efecto halo?
  • Descartar la suposición/sesgo (prejuicio) a través de la pregunta: ¿pensaríamos lo mismo si fuera otra persona?
  • Realizar una valoración precisa (consciente) sin juzgar por el atributo físico.
  • Argumentar y analizar. Dar una segunda oportunidad a tus impresiones primarias.
  • Evitar las generalizaciones.
  • Informarse más acerca de la referencia que brinda otra persona.

Espero que la frase “una imagen por sí sola” haya sido descartada.
Gracias.

Referencias bibliográficas.

Bruno, M. (2016). Primera Impresión. Escritos en la Facultad. Recuperado de: 

Cordoba, D. y Rivera, J. (2013, 26 de diciembre). Los estereotipos como estrategia seductora de la psicología de marketing. Revista Electrónica de Psicología Social «Poiésis». http://www.funlam.edu.co/revistas/index.php/poiesis/index

Gonzales, C y De Lucas, A. (2015). PrejuzgHalo | Documental {Video}. De


Gonzales, W. (Productor). (2015). Documental el Cerebro y Yo – La moral capítulo 7 {Video}. De https://www.youtube.com/watch?v=1UMqj9CaLuI

Perú 21. (13 de setiembre de 2017). ¡Cuidado! SBS denuncia estafa piramidal que involucra la venta de diamantes. Perú 21. Recuperado de https://peru21.pe/peru/cuidado-sbs-denuncia-estafa-piramidal-involucra-venta-diamantes-375703

Torres, Y., Ortiz, E. y Medina, E. (2016).  El Componente Perceptivo De la Comunicación profesor – alumno en el proceso de enseñanza aprendizaje universitario. Pedagogía universitaria. 21(3), s/p. Recuperado de: http://cvi.mes.edu.cu/peduniv/index.php/peduniv/article/viewFile/726/pdf_96


martes, 21 de marzo de 2017

ENVIDIA TÓXICA

El experimentar emociones ilustra la importancia de poder expresarlas y vincularlas con la vida social. Existen varias emociones que percibimos a lo largo de nuestra vida y es la base para relacionarnos con los demás, quien no ha experimentado ira, miedo, tristeza, alegría, entre otras emociones.

Antes de hablar del título del artículo, preciso aclarar la diferencia entre emociones (1) y sentimientos (2).
Las emociones (1), son expresiones psicofisiológicas, biológicas y de estados mentales ante diversos estímulos externos o internos (recuerdos, etc.), preceden al sentimiento (2) y dependen de las sensaciones y de las percepciones (ira, miedo, tristeza, alegría, culpa, vergüenza, etc), si vemos por ejemplo una víbora en nuestro camino, automáticamente sentimos miedo, por lo tanto, las emociones duran poco, pero son intensas. Los sentimientos (2), son la elaboración cognitiva (profundamente ligado a las ideas) que surgen como resultado de una emoción (1), que permitirá al sujeto ser consciente (racional) y reaccionar del hecho, además que tienen más duración, por ejemplo un ser querido me hace un regalo (estímulo), a continuación surge una valoración de este estímulo que puede ser desde agradable hasta desagradable, (en este ejemplo es agradable); nuestro organismo sufre una alteración (mariposas en el estómago por ejemplo) y somos conscientes de ello, etiquetamos lo estamos sintiendo, en este caso tendríamos un sentimiento de sorpresa, placer , satisfacción, etc.

Si es normal experimentarlos, hasta qué punto podemos considerar a las emociones y sentimientos como algo tóxico, dicho sea de paso, es el título de este artículo:
Según Bernando Stamateas, una persona con emociones tóxicas:

  • ·         Buscará ser amado(a) a cualquier precio.
  • ·        Buscará la aceptación y el reconocimiento de los demás a través de los bienes que posee.
  • ·         Buscará el valor en el exterior.
  • ·         Da excesivo valor a las opiniones de los demás.

Y si nos referimos a la envidia tóxica… ¿nos referimos a una emoción o sentimiento? Nos referimos a un sentimiento, el cual conocemos muy bien en el otro, pero es inaceptable en nosotros, según Muñoz (2011) nacemos con la envidia, nos relacionamos con la envidia y morimos con la envidia. Está caracterizada por una intensa animadversión hacia quien posee el objeto del deseo. 

¿Pero qué busca exactamente la envidia tóxica?
La envidia tóxica busca desaparecer las desigualdades, es un deseo de sustraer/quitar lo que el otro tiene y … “deseo de poder eliminar la ventaja comparativa percibida (Taylor, 1988)” (Reidl y otros, 2002, p. 30). Por lo general es más sencillo tener envidia a personas próximas a ti como un familiar, un compañero de trabajo que tener envidia por ejemplo a un cantante famoso o un empresario reconocido de éxito.
Posterior a ello, se produce la parte cognitiva, que es de establecer un juicio, una confrontación negativa hacia sí misma y hacia la otra persona, con expresiones “yo no tengo lo de este”, aparece una desaprobación de mí misma, de acto pusilánime “nunca lo voy a conseguir”.

Entonces ¿cómo es un envidioso(a) tóxico?

·         Es una persona con sentimientos de inferioridad, que alimenta complejos y conflicto, en los cuales están implicados la autoestima y autoconcepto, una defensa contra la percepción de la propia inferioridad: se odia a otro para no sentir odio contra uno mismo. Aquí viene la comparación social, que proviene de la forma en que una persona se compara con otra, porque los demás sirven como criterio a la hora de valorar sus propias capacidades, piensa que lo importante es lo que el otro tiene, no puede conformarse con su propia valía… “yo soy pequeñita, yo no tengo nada y ataco de envidia”. El individuo se percata de su situación de desventaja, al percibir al otro como superior en alguna área de importancia o relevante para el envidioso.

·         La envidia acompaña de emociones como ira e infelicidad, al tiempo que favorece reacciones de hostilidad y otros sesgos cognitivos que desvirtúan la realidad.

·         Intenta disminuir la inferioridad desvalorizando al sujeto envidiado, con calumnias, hostilidad o comentarios directamente a través del sarcasmo, realizando una evaluación negativa de lo que el otro posee y el sujeto desea superar la desigualdad con el objeto, lo que se puede lograr rebajando al sujeto.

·         Si es que la persona entiende haber recibido un trato injusto de una relación asimétrica (percepción de justicia y resentimiento), las reacciones emocionales y cognitivas más probables serán de ira y hostilidad. Si además es precisamente la persona envidiada la responsable de la desventura, lo más probable es que dicho resentimiento se dirija a ella mediante emociones más destructivas e intensas como el odio.


Cabe recalcar, que la envidia surgirá de acuerdo a la relevancia de los aspectos que se están comparando, es decir, de las cuestiones que en realidad son importantes a la hora de establecer el propio auto concepto, ocurrirán dependiendo de cómo se interprete la situación y sobre qué aspectos de la misma se enfatice.

¿Existe la envidia sana?

Muchos autores hablan de la “envidia sana” pero dentro de una clasificación de los tipos de envidia, pues ésta surge según la psicóloga Pilar Muñoz como una forma de guardar admiración, ésta que te construye, te llena de plenitud, te potencia, mecanismos de activación para la consecución de metas, como “modelo” para realizar lo que anhelas. Considero que se puede dar este tipo de envidia siempre y cuando el individuo esté despojado de subjetivismo y apele con seguridad a su valía y estima para enfocar y diferenciar en la persona admirada aspectos positivos, cualidades que contribuyan a su crecimiento personal.


Para terminar, cuando la envidia se centra en los celos, con el odio, con el sarcasmo mordaz, cuando no puede relacionarse con los demás, cuando el encuentro con el otro es malo, porque en el fondo solo se encuentra a sí mismo...¡la envidia puede tratarse!

Pasos para tratar la envidia tóxica:

  • Es reconocer las emociones, siendo objetivos y dando los pasos en la realidad.
  • Enfócate en lo que tú tienes y no tienes. ¿Qué puedes hacer como esa persona?, reconocer tus habilidades y lo que has logrado.
  • Supérate a ti mismo. Si lograste tres, ahora quieres cuatro y así sucesivamente.
  • Aprende de los que ya han logrado lo que tú deseas. Reconoce y felicita a quienes ya han llegado a la meta, porque, si ellos lo han conseguido, significa que tú también puedes hacerlo.

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Referencias bibliográficas:
Sarrió, C. (2016). Diferencias entre pensamiento, sentimiento, emoción y sensación desde la terapia Gestalt. Recuperado de  https://www.psyciencia.com/2016/28/diferencias-entre-pensamiento-sentimiento-emocion-y-sensacion/
Muñoz, P. (2011). Preguntas a la psicología - La envidia [archivo de video]. Recuperado de: https://www.youtube.com/watch?v=oupz6MRmCCw
Paniagua, C. (2002). Psicología de la envidia. Revista de Humanidades Médicas, 1:35-42
Reidl, M., Guillén, R. , Sierra, G. y Joya, L. (2002). Importancia del estudio de las emociones. En  Celos y envidia: Medición Alternativa (pp. 24 - 29). México: Universidad Nacional Autónoma de México.
Rojas, L. (4 de diciembre del 2016). La envidia [archivo de video]. Recuperado de: https://www.youtube.com/watch?v=MYSeaxByKus
Stamateas, B. (2012). La envidia tóxica. En emociones tóxicas (pp. 74-82). Barcelona: Ediciones BSA. Recuperado de http://librosysolucionarios.net/bernardo-stamateas-emociones-toxicas-pdf-gratis/


miércoles, 26 de octubre de 2016

TIPS PARA ASFIXIAR AL AMOR

Debatir los vínculos amorosos bajo concepciones irrealistas, absolutistas e irracionales puede convertirlos fácilmente en mitos o formas de ahogar al amor. Y es que el amor puede pasar de ser romántico a experimentar un frenesí de sentimientos de invasión, depresión, hostilidad, celos, ansiedad o de compasión y sin darse cuenta estás envuelto en mitos o creencias irracionales sobre el amor, insano por supuesto, que a corto o largo plazo puede acabar…. Y ahora, ¿cómo te desvinculas?

Suele pasar que es incomprensible como logramos engancharnos con ese compañero (a) inadecuado (a) y nos sumergimos en sentimientos y pensamientos autodestructivos, incapacidad de tomar decisiones y nos vemos perturbados, hacemos muchas preguntas y es difícil poner “punto final” a la relación. Varios de esos pensamientos pueden provenir de las creencias que tenemos como familia, por ejemplo: “el matrimonio es para toda la vida”; otros provienen de las experiencias de la vida algunas no muy gratas que nos hacen tomar un juicio por ejemplo “todas las mujeres son así”.

Bien, he tratado de filtrar 6 pensamientos más comunes que en mi experiencia profesional me ha permitido explicar algunas formas de cómo ahogamos al amor. Veamos algunas de ellas.

El amor verdadero debe durar toda la vida.
¿Toda la vida debe durar el amor? Pues no. En algún momento uno deja de sentir amor o estar enamorado y es muy normal sentirlo.
Esta es un pensamiento incapacitante, tal vez lo ideal en muchas relaciones, pero sí se convierten en una regla de conducta y genera sometimiento absolutista ya que encaja dentro de los “deberías”, atrayendo a tu relación desavenencias, desajustes, es momento de retirarse.  ¿Acaso la mujer que ha sufrido maltrato debe pensar así? Pese a que tu pareja te fue infiel, ¿debe durar toda la vida? Quien dice que debe durar toda la vida, dónde está escrito.

Si te pierdo, ya no podré vivir.
Realmente ¿no podrás vivir? … Otra falacia. Con este pensamiento estoy cancelando darme otra oportunidad, pues ¿acaso no me lo merezco? Solo una relación insana puede hacerte pensar de esa manera. Entendamos que las personas a lo largo de la vida amorosa, son hechos para compartir momentos agradables o desagradables, tales han generado aprendizajes y engrandecernos como personas. Entendamos que escogemos nuestras parejas, así como también podemos dejarlas ir y no por eso sentirnos mal, ya que no son nuestra propiedad.

Es necesario recibir amor todo el tiempo para reconocer que me ama.
El amor no puede ser un acto de condicionamiento. Ni tampoco someterlo a una “lista” o  check list o ir deshojando margaritas para saber que mi pareja me ama. Más allá de supeditarlo a que otra persona me demuestre su amor, es mejor analizar qué estoy haciendo yo para apostar por él o ella.  El amor es recíproco sí, el amor es libre sí.

Eres el único (a) en mi vida y debo arriesgar todo por ti
Claro, si mi pareja quiere que me aviente del quinto piso, pues me arriesgo por ella/él, así de fácil, ¿verdad? Imposible.
Si apostamos por alguien, es justamente porque tenemos conciencia y voluntad que lo que hacemos es para el bien de la pareja (funcionando como un equipo), no para satisfacer solamente sus deseos o caprichos de él/ella, sin importar lo que podamos sentir y por ende salir lastimados.

Debes demostrarme siempre que amas fuertemente solamente a mí.
¿Qué es demostrar que amas fuertemente? ¡Cuidado! A veces los celos insanos pueden jugar una mala pasada. Las demostraciones de amor están basadas en el auto respeto, en palabras más sencillas, tu pareja tiene una identidad y un espacio, “tiene una vida”. Y si asumió un compromiso contigo es porque te ama con el paquete completo, o sea con tus malos ratos y tus buenos ratos.

Si tú no me amas como yo te amo, entonces no me amas.
Entendamos que la pareja tiene derecho a experimentar sus propios sentimientos y conductas con respecto a uno y hay cosas que no puedes cambiar, pero aun así intentas aceptarlo como mejor puedas y a pesar de ello puedes seguir amando.  Las relaciones de pareja no pueden ser vistas como termómetros, sino como conjunto de acciones basados en la sabiduría.

Concluyendo, los pensamientos explicados tienen como origen ser inválidas y falsas. Tal vez si invertimos y nos despojamos de los pensamientos absolutistas de “deberías” o “tendrías que” podríamos ser más funcionales en nuestras relaciones de pareja y cuidar los vínculos que establecemos. Sé que no es fácil, pero si tampoco lo intentas, no podrás saberlo.








sábado, 15 de octubre de 2016

DESARROLLO PSICOSOCIAL DE UN NIÑO

Tener un niño en casa, es sinónimo de alegría y bendición, pero a su vez se acumulan un conjunto de preguntas sobre cómo orientar y sobre todo hacer la tarea de padres muy bien. Uno de los aspectos que el niño tiene dentro de su proceso integral de desarrollo y aprendizaje, es el aspecto psicosocial. Para efectos de este artículo utilizaremos la teoría psicosocial del psicólogo alemán Erick Erikson para describir algunas características importantes del desarrollo.

Erik Erikson describe el desarrollo psicosocial en 8 etapas o fases, pero en esta oportunidad nos abocaremos a las 4 primeras fases que explican el comportamiento social del niño (de los 0 a 12 años). Cada fase o estadío está comprendido por tareas o funciones psicosociales, donde cada progreso funciona a través de un principio epigenético, se establece que cada etapa tiene una base y un orden, sobre ella se van construyendo y agregando más piezas hasta formar un todo para el óptimo funcionamiento del niño. En palabras más sencillas, es como querer armar un rompecabezas y te falta una pieza o tomar otra pieza de otro rompezabezas, de ninguna manera podría obtener el armado correcto. Así cada etapa tiene un tiempo establecido y acelerar/forzar o ser indiferente a las funciones de cada etapa, no ayudaría en el desarrollo del niño, como pretender exprimir naranjas en un exprimidor de limones, el solo intentar hacerlo no obtendríamos los resultados esperados.

Al ir cumpliendo las funciones por cada etapa, el niño atraviesa  “crisis”, lo que comprende el pasarse de un estadio a otro, que bien puede ir en forma ascendente o se produzca un estancamiento o maladaptaciones; las potencialidades y debilidades de cada etapa podrán superarse en la medida el niño obtenga de sus representaciones significativas (padres, profesores y sociedad) aspectos básicos de guía y orientación, de ello tenga como resultado virtudes psicosociales como la esperanza (primer estadio), voluntad (segundo estadio), el propósito (tercer estadio) y la competencia (cuarto estadio) para desenvolverse en su medio.

A continuación, detallaré algunas características psicológicas por cada estadio.

El primer estadío es confianza versus desconfianza -esperanza (comprende desde 0 a 12-18 meses).

  • La tarea consiste en desarrollar la confianza sin eliminar completamente la capacidad para desconfiar.
  • Nace de la sensación de bienestar de sentirse acogido y amado.
  • Es la madre quien deberá proporcionar al niño los cuidados con los que se le transmitirá aceptación y reconocimiento para que sienta al mundo como algo seguro y de confianza.
  • La desconfianza surgirá en la medida que el niño no experimente cuidado, pero que le servirá para generar una actitud de prudencia y actitud crítica de la vida.
  • De la resolución positiva entre confianza y desconfianza, consecuencia de los cuidados y calidez que brinden los padres, surge la virtud “esperanza” que dará como resultado la idea de que las cosas tienen una solución, que la vida tiene sentido y puede enfrentarla.


El segundo estadío: autonomía versus vergüenza y duda – Autonomía (comprende desde los 2 a 3 años).

  • La tarea es alcanzar un cierto grado de autonomía, pero conservando también la vergüenza y la duda.
  • Se da el aprendizaje de la verbalización – de la capacidad de expresión oral, traducidos en auto expresión, libertad motora de poder caminar, coger objetos, el niño explora y manipula su medio, acompañado de orientación y ayuda de los otros. El niño a través de estas acciones adquiere autonomía.
  • La vergüenza y la duda, surgirán cuando hay un excesivo control o acuden de inmediato a satisfacer las necesidades del niño, impidiéndole ser independiente y dudar de sus habilidades, por lo que la capacidad de autocontrol quedaría de lado.
  • De la resolución positiva entre autonomía y vergüenza y duda, surge la virtud “voluntad”, que permite tener la capacidad de querer aprender, decidir libremente y que la determinación de “poder hacerlo” sea equilibrado.


El tercer estadío: iniciativa versus culpa y miedo – propósito (comprende desde los 3 a 5 años).

  • La tarea fundamental es de aprender la iniciativa sin una culpa exagerada.
  • Es la edad del juego, los padres deben alentar la fantasía, curiosidad e imaginación y el entrenamiento de la expresión de sus sentimientos e inquietudes.
  • La iniciativa lo adquiere entre “hacer o no hacer” o “voy o no me voy”.
  • La culpa y miedo, surgirá cuando imagine situaciones futuras producto de sus acciones, como no colocar los juguetes en su lugar, sabrá que mamá o papá se pueden molestar por este acto.
  • De la resolución positiva entre iniciativa y culta y miedo, surge la virtud “propósito”, de buscar metas a través de su iniciativa e imaginación, crear la conciencia moral a través de principios y valores internalizados por sus figuras de ejemplo que son los padres, también conocer las limitaciones de sus actos.



El cuarto estadío: industria versus inferioridad – competencia (comprende desde los 6 a 12 años).


  • La tarea principal es desarrollar laboriosidad a tiempo que se evita un sentimiento excesivo de inferioridad.
  • La industria o laboriosidad acoge instrucciones sistemáticas de los adultos en el ámbito que se desenvuelve ya sea en la familia, escuela; es decir este estadio se presta para la realización de las actividades, funciones, reglas y responsabilidades que se le asigna en el hogar, como también en la etapa escolar. Se motivan la productividad y creatividad, sentimiento de éxito de la satisfacción de llevar a cabo algo.
  • Si el niño se frustra demasiado o no logra mucho éxito, se desarrolla sentimientos de inferioridad, pero depende de los recursos del menor para que lo vuelva a intentar o se defienda.
  • De la resolución positiva entre industria e inferioridad, surge la virtud “competencia”, el cual se desarrolla mediante sentimientos de capacitación, participación en las actividades dispuestas por el colegio o casa, dar inicio a su capacidad científica y tecnológica.



En conclusión, Erik Erikson nos dice que debe existir un ajuste idóneo entre las dos polaridades por cada estadío, ya que cada una, desarrollan características importantes para el crecimiento normal del niño, todo ello abocado a un sentido de equilibrio, de tratar de poner en una balanza las condiciones que permitan al menor no generar un niño sobreprotegido ni tampoco indiferente, abandonado, sino enseñar que las situaciones que atraviesa son útiles para afrontar la vida.

Referencias bibliográficas:

Bordignon, N. (2005). El desarrollo psicosocial de Eric Erikson. El diagrama epigenético del adulto. Revista Lasallista de Investigación, 2(2), pp.50 - pp.63. Recuperado de http://www.redalyc.org/pdf/695/69520210.pdf


Gautier, R. (2001). Erik Erikson. Recuperado de http://webspace.ship.edu/cgboer/eriksonesp.html

Robles, B. (2008). La infancia y la niñez en el sentido de identidad. Comentarios en torno a las etapas de la vida de Erik Erikson. Revista mexicana de Pediatría, 75(1), pp.29 – pp.34.

Imagen extraída de https://www.google.co.ao/search?q=desarrollo+psicosocial&espv=2&biw=1366&bih=662&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjnsfS_2dzPAhVLPxoKHbe8CQMQ_AUIBigB#imgrc=PCcULnrpE4JAYM%3A





viernes, 7 de octubre de 2016

EL “EFECTO H” EN LAS ORGANIZACIONES

Las organizaciones buscan sí o sí generar productividad, por ende, generar valor económico, es como que el ser humano necesita de sangre para vivir, de lo contrario, la vida se acabaría. Pero las organizaciones modernas no pueden reducirse solamente a gráficos, curvas, números, sino que deben tener especial cuidado de sus colaboradores, ya que éstos son los que ejecutan y dan valor a las acciones de la empresa.

El profesor de Centrum Católica, Marcelo Pimentel, manifiesta que las empresas cuentan con dos elementos: los hard skills que son los conocimientos adquiridos y memorizados a lo largo de años de trabajo y formación, mientras que los “soft skills” son las capacidades que tienen las personas para relacionarse mejor y desenvolverse a la perfección en su vida laboral, por ejemplo, las relaciones interpersonales, los estilos de comunicación, motivación, satisfacción laboral, entre otros. Ninguna de las dos es más importante, sino que la suma de ambas cumplen un rol fundamental dentro de las empresas; no podemos tener colaboradores muy técnicos sino están motivados con su labor o tener un colaborador por excelencia con buena capacidad de persuasión sino tiene las capacidades técnicas para desempeñarse como administrador.
Pimentel (2016), manifiesta que recursos humanos deben ser muy minuciosos para identificar las acciones que contribuyen en el individuo y que acciones tienen impacto (económico) en las organizaciones, asegurarse que todos los factores sean administrados para estar desarrollados profesionalmente como individualmente y que exista equilibrio no solo en la parte económica sino también en la parte afectiva.

Y es aquí, este último punto donde indagaremos, la parte afectiva. Cuántas empresas invierten en que sus colaboradores se sientan felices con lo que están haciendo, que al salir de casa, el solo hecho de pensar en su trabajo, sea regocijante… que ese taller u horas de capacitaciones, no solo sea parte de motivarlos intrínsecamente sino también generen el valor afectivo, de conocerse más, de saber que piensan, como es la dinámica de relacionarse, como manejan sus conflictos; no pueden tomarse como desgaste de tiempo y de dinero, sino como una actividad que me generará retorno de la inversión, o llamado por sus siglas en inglés ROI ( Return On investment). Las empresas que aún siguen pensando que invertir en taller es un egreso, déjeme decirles que esa empresa no tiene claro de cómo administrar los planes y estrategias que permitan generar impacto económico.  

Y una de las variables que las organizaciones deben hurgar es como hacer felices a sus colaboradores, ya que es una forma de fidelizarlos, ahorrar tiempo y potencializar sus habilidades para el bien de la empresa. El psicólogo Matt Killingsworth, que investiga sobre el efecto H (Happiness), el factor “felicidad”, manifiesta que tener un auto o una casa son cosas que se esperan generen felicidad, pero no es así. Él manifiesta que “la felicidad tiene que ver con el contenido de nuestras experiencias cotidianas”, con quien compartimos el almuerzo, con que proveedor nos relacionamos más, hasta la forma de saludar de tu jefe, la primera llamada telefónica, entre otros, son acciones que forman parte del día a día.  Otro buscador de happiness Shawn Achor, indica que “el cerebro positivo es 31% más productivo si está positivo”, si experimenta emociones positivas y por ende genera felicidad.

Entonces ¿Cómo genero el efecto H en mi empresa?
La psicología positiva, creada por el psicólogo Martin Seligman, es una teoría que se aproxima a la generación de happiness, el cual se encarga de estudiar científicamente las experiencias positivas, los rasgos individuales positivos, desarrollar las fortalezas de las personas, además de establecer que el sentimiento de felicidad o bienestar es bastante estable y se puede modificar por circunstancias específicas. Según Seligman todas las fortalezas que se practican puede desencadenar emociones positivas, promueven bienestar, esperando resultados positivos en el futuro, a través del control de sus acciones y confianza de sus habilidades o destrezas. Por ejemplo, empezar el día recibiendo una llamada de reclamo, no es lo más gratificante, ¿verdad? y peor aún si dejo que esto “me arruine el día”. Diferente es al recibir este reclamo, tomarlo como parte de la labor y que más allá de maximizarlo es buscar una solución, el pensar de esta manera no solo “no te arruinó el día” sino dio apertura a la creatividad para solucionar un conflicto que mejore las relaciones con el cliente y por ende la eficiencia y eficacia en el trabajo.

Otro aporte que brinda Seligman, es que las organizaciones deben tratar de generar optimismo como efecto de happiness, por lo que se relaciona con las expectativas y creencias de las personas que ocurrirán cosas positivas en el futuro. Viendo el caso anterior, si la persona que recibió la llamada se predispone a que ocurrirá algo malo “me arruinó el día”, pues así será su sentir, pensar y actuar durante el día y podría interferir en el clima laboral de la organización.  Sumado a esto, el psicólogo Shawn Achor, brinda un dato interesante, solo el 25% de la felicidad y el éxito tiene que ver con el coeficiente intelectual, el otro 75% se puede predecirse por los niveles de optimismo, apoyo social y por percibir la presión como reto en vez de amenaza. Entonces las ventajas de felicidad son muchas y desde el punto de vista biológico, están dadas por la cantidad de dopamina que irriga el cerebro cuando somos positivos, porque también activa los centros de aprendizaje, permitiendo adaptarte al mundo de una manera diferente, con creatividad e inteligencia.

Otra forma de generar happiness, es estar presente en cada momento como lo manifiesta Matt Killingsworth. En su reciente investigación Matt creó una aplicación “Track your happiness” (Rastrea tu felicidad). Dentro de los resultados, encontró que un 47% de personas están pensando en algo distinto de lo que están haciendo, usted probablemente esté leyendo esté artículo, pero también esté pensando qué almorzará hoy o cómo llevará a su hijo al colegio, entre otras actividades. En conclusión, todas las acciones están acompañadas de divagación de la mente, el cual se traduce como no concentrarse en el aquí y ahora y por lo tanto causa infelicidad, ya que las personas se quedan pegadas en las preocupaciones, no permitiéndose disfrutar del momento y de la actividad que está realizando. Imagine usted que está conduciendo y hay mucho tráfico, pero en vez de pensar en lo estresante que es el tráfico por qué no pensar en la satisfacción que tendré al llegar al lugar de destino (casa, trabajo). Otros serían mis sentimientos y la incomodidad del tráfico estaría eliminada. Es más, concentrarse en el aquí y ahora, te ayudaría a descubrir y diferenciar que actividades son las que da más satisfacción. A veces actuamos como autómatas.

Por otro lado, el psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi, nos dice que no solo basta estar en el presente para tener felicidad, sino que debemos dar importancia y atención a los estados de fluidez, los cuales hacen alusión a los momentos excepcionales que experimentamos en la vida.  La metáfora "fluir" es la que muchas personas han utilizado para describir la sensación de acción sin esfuerzo que sienten en momentos que sobresalen como los mejores momentos de su vida. El fluir tiende a suceder cuando una persona tiene por delante una serie clara de metas que exigen respuestas apropiadas y retroalimentación. 
Cuando una persona está en estado de fluidez, en la conciencia no queda espacio para pensamientos que distraigan ni para sentimientos irrelevantes, y éstas experiencias sirven como imán para aprender, para desarrollar nuevos desafíos. Por el contrario, si solo hacemos cosas deprimentes, es improbable que acabemos viviendo una vida muy feliz. Pero cuando a una persona le gusta lo que hace y está motivada para hacerlo, centrar la mente se convierte en una actividad sin esfuerzo, aun cuando sean grandes las dificultades objetivas. Por ejemplo, si la secretaría disfruta de redactar oficios, organizar la oficina y gestionar los proyectos, será mucho más productiva que una secretaria que ve estas actividades como pesadas o solo lo hacen por una condición monetaria.
Las emociones positivas como la felicidad, la fuerza o la actitud alerta son estados de "negentropía psíquica", porque la energía psíquica puede fluir libremente hacia cualquier pensamiento o tarea en que decidamos ponerla. Cuanto más se parezca a una actividad de flujo, más implicados estaremos y más positiva será la experiencia.

Para finalizar, la calidad de vida no depende sólo de la felicidad, sino también de lo que uno hace para ser feliz. Si muchas personas no tienen idea de cuáles son los componentes de su propia vida de los que realmente disfrutan, es momento de ponerse a pensar.


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Achor, S. (mayo de 2011). El feliz secreto para trabajar mejor {Archivo de video}. Recuperado de https://www.ted.com/talks/shawn_achor_the_happy_secret_to_better_work?language=es#t-715936

Csikszentmihalyi, M. (1998). Aprender a fluir. Barcelona: Editorial Kairós.

Contreras, F. y Esguerra, G. (2006). Psicología positiva: una nueva perspectiva en psicología. Diversitas: Perspectivas en Psicología, 2(2), pp.311-pp-319.

Killingsworth, M. (noviembre del 2011).  ¿Quieres ser más feliz? Permanece en el momento {archivo de video}. Recuperado de https://www.ted.com/talks/matt_killingsworth_want_to_be_happier_stay_in_the_moment?language=es#t-590449


Pimentel, M. (09 de junio de 2016). ¿La Felicidad Individual Aporta a las Empresas? - CENTRUM TV {archivo de video}. Recuperado de https://www.youtube.com/watch?v=xeTBZv5MtwA